Coles

Loading Inventory...
Diretor de Turma: figura central no contexto de autonomia e flexibilidade curricular - Da periferia da organização pedagógica à gestão curricular, um longo e lento trajeto

Diretor de Turma: figura central no contexto de autonomia e flexibilidade curricular - Da periferia da organização pedagógica à gestão curricular, um longo e lento trajeto

By None

Current price: $7.82
Visit retailer's website
Diretor de Turma: figura central no contexto de autonomia e flexibilidade curricular - Da periferia da organização pedagógica à gestão curricular, um longo e lento trajeto

Coles

Diretor de Turma: figura central no contexto de autonomia e flexibilidade curricular - Da periferia da organização pedagógica à gestão curricular, um longo e lento trajeto

By None

Current price: $7.82
Loading Inventory...

Size: Kobo eBook

Visit retailer's website
*Product information and pricing may vary - to confirm current pricing, availability, shipping, and return information please contact Coles. In the event of a pricing discrepancy, the retailer's price will apply.
Perante os grandes desafios e incertezas que o futuro nos reserva, a única certeza que temos é a de que mais e melhores ferramentas nos garantem uma melhor preparação. Esta evidência transporta-nos para a necessidade de mudar o paradigma educacional: políticas de formação de professores capazes de gerar um outro perfil profissional; uma outra cultura escolar; a necessidade de a escola se constituir como comunidade de aprendizagem, gerando uma disponibilidade permanente para a atualização; a reorganização do horário semanal de trabalho dos professores prevendo tempos efetivos para a reflexão conjunta, o trabalho colaborativo e a partilha. Nesta mudança de paradigma, encaixa a visão de currículo enquanto projeto adaptado ao contexto como resposta aos desafios da educação inclusiva; a ideia de escola como uma construção coletiva que extravasa os portões da instituição para percorrer os caminhos da cidadania com responsabilidades partilhadas entre a educação formal, não formal e informal; a interrogação sobre que escola queremos ter no século XXI. Nesta procura de adaptação da escola aos desafios do futuro a figura do diretor de turma ganha uma maior relevância: uma incursão ao histórico das suas atribuições torna possível entender como elas foram evoluindo em função dos contextos sociopolíticos e como hoje é tão necessário resgatá-la da periferia da organização pedagógica da escola, na qual permaneceu aprisionada durante décadas. A autonomia e flexibilidade curricular são a essência da (re)configuração dos seus papéis, para responder com eficácia aos novos desafios. Mas nesta mudança de paradigma também encaixa a necessidade e a urgência de dissipar as sombras que pairam sobre a dignificação do estatuto profissional dos docentes, bem como os constrangimentos e a carga burocrática a que diariamente estão sujeitos, deixando-os mais libertos para o exercício da sua principal missão. E cabe, ainda, um repto à sociedade como um todo, quanto ao reconhecimento do valor social da escola: temos todos presente o alcance da sua missão? Estaremos todos – poderes instituídos, alunos, pais, professores – conscientes do nosso papel e das nossas responsabilidades quanto ao rumo da formação das gerações futuras? Que razões subsistem à nossa dificuldade na vinculação coletiva a um projeto de escola mais consentâneo com os desafios do século XXI? Ao fim e ao cabo esta multiplicidade de questões converge para a questão fulcral: saber qual é a missão da escola pública numa sociedade democrática em constante transformação. “Son muchos los futuros posibles, pero solo uno tendrá lugar, dependiendo de nuestra capacidad para pensar y actuar” (Novoa, 2009, p.197).
Perante os grandes desafios e incertezas que o futuro nos reserva, a única certeza que temos é a de que mais e melhores ferramentas nos garantem uma melhor preparação. Esta evidência transporta-nos para a necessidade de mudar o paradigma educacional: políticas de formação de professores capazes de gerar um outro perfil profissional; uma outra cultura escolar; a necessidade de a escola se constituir como comunidade de aprendizagem, gerando uma disponibilidade permanente para a atualização; a reorganização do horário semanal de trabalho dos professores prevendo tempos efetivos para a reflexão conjunta, o trabalho colaborativo e a partilha. Nesta mudança de paradigma, encaixa a visão de currículo enquanto projeto adaptado ao contexto como resposta aos desafios da educação inclusiva; a ideia de escola como uma construção coletiva que extravasa os portões da instituição para percorrer os caminhos da cidadania com responsabilidades partilhadas entre a educação formal, não formal e informal; a interrogação sobre que escola queremos ter no século XXI. Nesta procura de adaptação da escola aos desafios do futuro a figura do diretor de turma ganha uma maior relevância: uma incursão ao histórico das suas atribuições torna possível entender como elas foram evoluindo em função dos contextos sociopolíticos e como hoje é tão necessário resgatá-la da periferia da organização pedagógica da escola, na qual permaneceu aprisionada durante décadas. A autonomia e flexibilidade curricular são a essência da (re)configuração dos seus papéis, para responder com eficácia aos novos desafios. Mas nesta mudança de paradigma também encaixa a necessidade e a urgência de dissipar as sombras que pairam sobre a dignificação do estatuto profissional dos docentes, bem como os constrangimentos e a carga burocrática a que diariamente estão sujeitos, deixando-os mais libertos para o exercício da sua principal missão. E cabe, ainda, um repto à sociedade como um todo, quanto ao reconhecimento do valor social da escola: temos todos presente o alcance da sua missão? Estaremos todos – poderes instituídos, alunos, pais, professores – conscientes do nosso papel e das nossas responsabilidades quanto ao rumo da formação das gerações futuras? Que razões subsistem à nossa dificuldade na vinculação coletiva a um projeto de escola mais consentâneo com os desafios do século XXI? Ao fim e ao cabo esta multiplicidade de questões converge para a questão fulcral: saber qual é a missão da escola pública numa sociedade democrática em constante transformação. “Son muchos los futuros posibles, pero solo uno tendrá lugar, dependiendo de nuestra capacidad para pensar y actuar” (Novoa, 2009, p.197).

More About Coles at Pine Centre

Shop Coles for bestselling books, toys, stationary, and so much more!

3079 Massey Dr, Prince George, BC V2N 1R4, Canada

Find Coles at Pine Centre in Prince George, BC

Visit Coles at Pine Centre in Prince George, BC
Powered by Adeptmind